Entrevista na TV Senado destaca pesquisa do NetLab UFRJ sobre crescimento de canais misóginos
- 31 de mar.
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Atualizado: 1 de abr.

A pesquisa "Misoginia no YouTube: 90% dos canais identificados em 2024 seguem disponíveis na plataforma", do NetLab UFRJ, revela que canais no YouTube que disseminam ódio contra mulheres permanecem ativos e, além disso, seguem ampliando seu alcance e número de seguidores.
Em entrevista ao programa da TV Senado, a pesquisadora do laboratório Luciane Belin destacou que esse cenário contribui para a normalização da violência de gênero e para a circulação cada vez mais ampla de discursos de ódio no ambiente online.
Segundo a pesquisadora, a permanência e o crescimento desses canais indicam desafios estruturais na regulação e na responsabilização das plataformas, além de reforçarem a necessidade de políticas mais eficazes de moderação de conteúdo. O estudo também chama atenção para os impactos sociais desse fenômeno, especialmente no que diz respeito à reprodução de estereótipos e à legitimação de práticas discriminatórias contra mulheres.


