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No YouTube, canais de ataque às mulheres têm aumento de seguidores

  • 10 de mar.
  • 1 min de leitura

Fast Company Brasil - 10 de março de 2026



O YouTube segue como um dos meios de propagação de conteúdos com discurso de ódio, desprezo, aversão ou controle sobre as mulheres são disseminados. A atualização do relatório “Aprenda a evitar esse tipo’ de mulher: estratégias discursivas e monetização de misoginia no YouTube”, elaborada pelo NetLab UFRJ e divulgada na segunda-feira (9), aponta que a plataforma segue como território livre para esse tipo de ataque.


O resultado da atualização da pesquisa mostra a falta de interferência do YouTube e do Judiciário nos canais que atacam as mulheres. Dos 137 canais com esse tipo de conteúdo identificados em 2024, 123 seguem disponíveis na plataforma.


Além de apenas 14 canais terem sido excluídos (representando 10% de diminuição), há outro agravante, segundo o NetLab UFRJ. Entre abril de 2024 e março de 2026, houve um aumento do número de inscritos desses 123 canais - de 19.505.210 para cerca de 23 milhões. O crescimento foi de 18,55% com a chegada de 3.618.086 novos seguidores, mostra a atualização.



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© NetLab UFRJ 2023.  Este trabalho pode ser copiado gratuitamente para fins de ensino e pesquisa não comerciais. Caso queira realizar quaisquer outros usos que infrinjam o direito autoral, contacte nossa coordenação por e-mail.

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