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Quem lucra com a profusão de conteúdos falsos sobre saúde

24 de ago.
1 min de leitura

Nexo Jornal - 24 de agosto de 2026



Vídeos com médicos falsos têm viralizado nas redes sociais, atraindo audiência para promessas de curas milagrosas e recomendações sem embasamento científico. Os conteúdos, gerados por inteligência artificial, lucram com o engajamento dos usuários, atraídos pelo conteúdo apelativo.


A profusão de postagens inaugura uma nova fase na indústria da desinformação em saúde, a partir de um modelo de negócios fraudulento que já se espalhou por vários países, especialmente o Brasil e os Estados Unidos. O quadro pressiona autoridades e plataformas a endurecer as regras sobre a governança e a fiscalização de conteúdos. 


Nicole Sanchotene, doutora em comunicação pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e coordenadora de pesquisa no NetLab (Laboratório de Estudos de Internet e Mídias Sociais), disse ao Nexo que, independentemente do formato dos conteúdos, o objetivo comum de quem produz desinformação em saúde é manipular a tomada de decisões da população.



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© NetLab UFRJ 2023.  Este trabalho pode ser copiado gratuitamente para fins de ensino e pesquisa não comerciais. Caso queira realizar quaisquer outros usos que infrinjam o direito autoral, contacte nossa coordenação por e-mail.

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