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Pesquisadora do NetLab UFRJ discute como misoginia é monetizada no YouTube em Podcast do MPM

  • Foto do escritor: Rafaela  Campos da Silva
    Rafaela Campos da Silva
  • 13 de mar.
  • 1 min de leitura


Nesta quinta-feira (13/03), a procuradora de Justiça Militar Helena Mercês Claret da Mota entrevistou Luciane Leopoldo Belin, pesquisadora do Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NetLab UFRJ) no podcast da Secretaria de Direitos Humanos, Direito Humanitário e Relações Internacionais do Ministério Público Militar (MPM). 


O tema central da conversa foi a pesquisa do NetLab “Aprenda a evitar ‘esse tipo’ de mulher”, que investiga como influenciadores lucram com conteúdos misóginos no YouTube. 


O estudo analisou 76 mil vídeos e quase 600 canais especializados, revelando estratégias para disseminar discursos de ódio contra mulheres e monetizá-los por meio de anúncios, doações e financiamento coletivo. “É um ecossistema de disseminação do discurso de ódio, que lucra e ao mesmo tempo propaga suas ideias”, conclui Belin.



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